“Repórter, sobre uma sessão experimental de ‘brainspotting’’

“Eu sou uma procrastinadora. Entre todas as minhas características que me incomodam, talvez essa seja a campeã. Foi com essa queixa que cheguei ao consultório de Daniel Gabarra, especialista em brainspotting. Depois de uma longa contextualização do problema, ele começou a aplicar em mim a técnica. Primeiro, Gabarra pegou uma antena e guiou meu olhar por alguns pontos no espaço do consultório. Em determinado ponto, um calor e uma sensação de ansiedade me faziam ter vontade de me levantar do sofá. Depois, Gabarra identificou também outro ponto, no qual eu me sentia mais segura e confortável. Meu desafio, durante toda a sessão, foi olhar fixamente para o ponto mais desconfortável e me relacionar com a aflição de pensar em mim como uma pessoa desorganizada e enrolada. Nos primeiros minutos, a ansiedade era enorme. Aos poucos, insistindo no olhar, ela foi diminuindo, junto com meu grau de identificação com os pensamentos. Comecei a pensar nos meus problemas como se fossem de uma terceira pessoa, até que, de repente, eles não me causavam mais nenhum tipo de incômodo. Por fim, já estava totalmente em estado meditativo, com uma visão mais compreensiva sobre minha metodologia de trabalho – que envolve tempo para divagação – e bastante bem-resolvida com isso.”

Por: Raquel Sodré

“Resolvida. Maria do Carmo, 51, conseguiu superar o medo de dirigir e solucionou outras questões”

A professora Maria do Carmo Sá Pereira, 51, por exemplo, procurou o auxílio da técnica para superar o medo de dirigir. Ela, que só tirou carteira de motorista depois de nove reprovações no exame, não conseguia nem dar ré em seu carro dentro da própria garagem.

“Comecei a fazer o tratamento em fevereiro deste ano. Durante as sessões, fui percebendo que o medo de dirigir tinha a ver com alguns medos da condução da minha própria vida”, conta ela.

Ao longo do tratamento, que durou dez sessões, ela relata ter entrado em contato com sensações, como vontade de ir embora, raiva, tristeza, angústia, e não economizou no choro. Mas, no fim, compensou.

“Não foi fácil, mas consegui me resolver com todas essas questões. Notei até que fiquei com mais ritmo para dançar e fazer minhas aulas de hidroginástica. E mais: descobri que dirigir é uma delícia! Adoro e me sinto superindependente. Agora estou doida para viajar de carro dirigindo”, sonha ela.

Por: Raquel Sodré

Quem sou

Daniel Gabarra é Diretor Presidente da Associação Brasileira de Brainspotting, Trainer de Brainspotting, Supervisor e Facilitador de EMDR, Trainer de PNL, Especialista em Psicodrama e Graduado em Psicologia pela UFSCar.

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“…comecei a tomar as rédeas da minha vida…”

Quando procurei ajuda eu estava me sentindo estranha e um pouco deprimida. Ao entrar em contato com as primeiras sessões de terapia com o Daniel, descobri que estava muito angustiada e com certo pânico, tudo me assustava, não conseguia achar sentindo no que falava para ele.
Aos poucos fui sentindo que minha vida era como uma corrente que tem seus elos soltos, conforme o tratamento ia avançando podia sentir que estava unindo estes elos e percebi então que eu usava o artifício de ser duas pessoas numa só. Cheguei a falar isto a ela, era cômodo ficar nesta situação. Assim podia explicar o que me incomodava sem ser eu mesma.
A cada sessão descobria algo novo sobre a minha pessoa. Eu tinha problemas com meus pais, no meu ambiente de trabalho, com a minha irmã e problema de relacionamento social e amoroso, enfim nada dava certo na minha vida e eu me fazia de coitadinha, pois queria a atenção de todos. Queria que todos tivessem pena de mim. Com a evolução do tratamento fui ficando mais centrada e aos poucos comecei a tomar as rédeas da minha vida, pude perceber que eu sou a única responsável pelo que me aconteceu, não foi fácil admitir, juntei as duas pessoas que havia dentro de mim e fui percebendo que poderia resolver uma coisa de cada vez, sem desespero e sem angustia.
Hoje vejo a diferença do antes e do depois do tratamento, sou mais segura e procuro resolver meus problemas sem muita complicação e sem desespero.
Conheci o Daniel e o EMDR em um momento bem conturbado da minha vida. Só fui procurar terapia depois que senti que não dava conta de resolver os problemas sozinha. Eu estava fazendo análise, no entanto, não via resultados táteis em meu estado físico ou mental. Assim, o EMDR surgiu em meu caminho como um tratamento emergencial que acreditei ser mais direto e rápido e, realmente, isto pôde ser comprovado em poucas sessões. É incrível como as possibilidades começaram a se abrir em minha frente e a dor física foi se esvaindo até o ponto de às vezes eu esquecer da sua existência. Quando a sinto, sei que algo interno está errado e o tratamento incrivelmente consegue atingir justamente o “ponto X” da questão. Recomendo este tratamento a todos que acreditam na saúde mental, emocional e física como uma coisa só e que, com toda certeza, traz resultados rápidos, compensadores e muito estimulantes.
Celiane Madeira
Terapia Processual

“… o EMDR me devolveu as pernas”

O EMDR é um ótimo tratamento quando aliado naturalmente a um bom profissional. 
Já havia feito outros tratamentos que tiveram os seus méritos, e que me valeu, mas digo que enquanto os outros tratamentos me deram muletas o EMDR me devolveu as pernas. Cheguei a pensar e perguntar ao meu terapeuta se a sensação que eu estava tendo não era apenas um querer meu, um desejo, uma fantasia e que logo quando terminasse o tratamento eu iria voltar ao meu mundo de sofrimento, mas não, eram mesmo os bons resultados que o EMDR proporciona.
Hoje consigo lidar melhor com meus temores de forma mais positiva e equilibrada. E posso afirmar que depois de anos de luta com meus sentimentos, hoje vou construir o meu “eu” com mais tranquilidade e objetivo. E o que mais me surpreendeu é que até hoje tiro benefício e percebo que o tratamento continua a me ajudar mesmo muito tempo depois.

Max Alexandre,

processo de Psicoterapia Breve de 12 sessões.